




Demos, inicio a pauta do dia com a dinâmica “Parece, mas não é”. A dinâmica traz os ditados populares de forma diferente do real. Há nele um processo intertextual por substituição de palavras. Por exemplo: ao invés de “Quem tem boca vai a Roma”, temos “Quem tem boca vai ao dentista” e por aí vai. Essa atividade foi interessante porque eu dividi o ditado ao meio e coloquei-os em partes separadas. Elas, então, tinham que encontrar os pares para formar o ditado. Foi uma “bagunça danada” e as movimentou bastante também. O objetivo dessa dinâmica era 1º formar duplas para o 2º momento que era o da revisão do assunto dos TPs 1 e 4.
Depois de formadas as duplas, iniciamos a revisão com o “jogo das cartas”. Na revisão criei dois quadros: um com perguntas e outro com respostas e elas tinham que associar o primeiro com o segundo. Funcionava mais ou menos como um jogo da memória. Assim, quem errava passava a vez para a outra dupla e quem acertava tinha direito a ir novamente. Esse momento foi muito proveitoso porque à medida que iam jogando, íamos tirando as dúvidas que iam aparecendo. Houve muita interação entre elas porque quando uma não entendia a outra explicava e vice versa.

Finalizado o momento, pedi para que elas formassem no chão uma figura com os papéis que haviam recebido na dinâmica dos ditados. Elas, então, formaram uma estrela e fizeram uma reflexão simbólica sobre o significado da mesma em nossas formações.


Em seguida, mostrei os slides sobre a avaliação diagnóstica de entrada que foi enviada pelo MEC e li com elas as orientações e os critérios para aplicação e correção.
Finalizamos o nosso encontro com o vídeo “Ler” de Luis Fernando Veríssimo.
Demos então início à Dinâmica “Educar em três tempos” que utiliza um texto de Athur da Távola.
O quinto momento foi realizado com a dinâmica “A história de Chapeuzinho em várias versões”. A dinâmica é a seguinte: Cada dupla de cursista ficou responsável pela criação de um texto oral que reproduzisse a fala de um apresentador de TV, por exemplo, Boris Casoy, Hebe Camargo, Cardinot, etc, e tinha que dar a noticia do desaparecimento de Chapeuzinho. Esse momento foi muito bom porque as cursistas puderam exercitar a oralidade de forma descontraída e criativa.
Finalizamos o encontro com o vídeo “Como o brasileiro trata a sua mulher”. Nesse vídeo, temos uma amostra de como se dá a variação lingüística de estado para estado do Brasil.